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😓 Infelizmente, pouco se discute sobre esse assunto, por se tratar de algo muito íntimo na vida dos pacientes com dor crônica.

Porém, diversos pontos advindos da dor crônica podem estar trazendo impactos negativos aos relacionamentos afetivos e podendo até agravar o quadro dos pacientes (e por vezes, nem mesmo o(a) parceiro(a) busca essa compreensão).

➡ Primeiramente, é importante que seja destacado que o paciente com dor crônica está enfrentando um problema que faz com que seu corpo não funcione tão facilmente como antes, limitando diversas atividades que antes eram comuns e normais de se realizar, podendo tornar os relacionamentos afetivos mais desafiadores do que antes.

➡ Devido à sensação de fadiga, náusea, falta de energia ou outro sintoma, o seu corpo não consegue mais ter libido tão facilmente. Após o uso de medicamentos para controlar as dores, alguns pacientes percebem uma baixa na libido como efeito colateral dos remédios.

⚠ É possível que problemas neurológicos relacionados à diabetes e esclerose múltipla, também possam prejudicar a função sexual do paciente.

💛 Não é apenas o lado físico do paciente que conta, mas sim todo o seu emocional.

Muitas pessoas que recebem um diagnóstico recente da doença, sentem-se deprimidas, ansiosas e até estressadas o bastante para pensarem em relações sexuais com seu(sua) parceiro(a).

🤍 Não se sinta pressionada(o) em fazer algo que não se sinta preparada(o) em fazer. Respeite a si mesma(o) e converse com o(a) seu (sua) parceiro(a) a respeito e busquem enfrentar essa luta com muita paciência e acima de tudo, façam isso JUNTOS!

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