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Há algumas evidências de que a vitamina D exerce uma função neuroprotetora, pois regula positivamente a síntese de neurotrofinas, como o fator de crescimento neural (NGF) e sua carência pode afetar potencialmente o desenvolvimento, a manutenção e a sobrevivência dos neurônios.⠀

O NGF também é um mediador inflamatório bem estabelecido. Tem efeitos diretos nas terminações nervosas sensoriais causando hipersensibilidade, amplificação dos sinais de entrada sensorial e aumento da inervação do tecido lesado.⠀

A deficiência de vitamina D a longo prazo têm sido associada a um sistema imunológico enfraquecido e à inflamação crônica. Indivíduos que sofrem de dor crônica geralmente apresentam outras comorbidades, como distúrbios do sono, ansiedade e humor e recentemente foi divulgado que pode haver redução da síntese da serotonina na hipovitaminose D.⠀

A deficiência de vitamina D causa fraqueza muscular e dor em crianças e adultos. ⠀

A vitamina D melhora a função musculoesquelética por exercer um efeito direito no próprio tecido muscular. A deficiência de vitamina D afeta principalmente as fibras musculares do tipo 2, mais rápidas e fortes. Isso pode explicar porque a suplementação com vitamina D melhora a força muscular proximal.⠀

A hipovitaminose D também prejudica a coordenação neuromuscular medida pala oscilação corporal. Aumenta o risco de queda e fraturas dolorosas relacionadas a quedas em idosos. 

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