Escolha uma Página

A síndrome da fadiga crônica ou Encefalomielite é uma doença caracterizada por uma exaustão debilitante que dura mais de 6 meses e que não pode ser explicada por nenhuma doença clínica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a SFC/EM como uma doença neurológica.
Nesta síndrome, a fadiga costuma piorar com a atividade física ou mental e não melhora com o repouso ou o sono.
Pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas entre 40 e 50 anos de idade, principalmente do sexo feminino.
Uma grande carga de estresse na rotina, principalmente no trabalho e nas relações íntimas e familiares, parece estar envolvida na sua ocorrência.
A síndrome da fadiga crônica tem oito sinais e sintomas que são usados como critério para o diagnóstico. O principal sintoma da doença, evidentemente, é o que dá origem ao seu nome: fadiga.
Os outros sete sinais são:
– Perda de memória ou de concentração
– Garganta inflamada
– Aumento dos gânglios linfáticos no pescoço ou nas axilas
– Dor muscular inexplicável
– Dor nas articulações, principalmente quando a dor migra de uma articulação para outra, sem apresentar, no entanto, nenhum sinal de inchaço ou vermelhidão na área afetada
– Dor de cabeça
– Sono recorrente e intermitente
– Exaustão extrema que dura mais de 24 horas após o exercício físico ou mental.

O tratamento se concentra no alívio dos sintomas. Para tanto, há duas abordagens possíveis: a medicamentosa e a psicoterápica.

Além do tratamento, algumas medidas de autocuidado também podem ajudar, como:
# Reduza o estresse. Procure desenvolver um plano para evitar ou limitar esforço excessivo e o estresse emocional. Relaxe por algum tempo todos os dias.
# Melhore seus hábitos de sono. Vá para a cama cedo e levante sempre no mesmo horário. Procure dormir somente durante a noite. Além disso, corte cafeína, álcool e nicotina de sua rotina.
# Organize suas atividades para que você não as faça todas no mesmo dia. Aprender a gerenciar melhor o tempo e suas ocupações podem ajudar nesta tarefa.

Share This