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A dor crônica atinge cerca de 30% da população brasileira que frequenta as Unidades Básicas de Saúde, tem custo alto para o país e nem sempre é reconhecida.
Historicamente, a dor é um sintoma mal manejado em todo o mundo e muitos pacientes com dores agudas após cirurgias ou traumatismos, ou mesmo pacientes com câncer, são subtratados e sofrem desnecessariamente. Infelizmente, sabemos que até 95% destes pacientes poderiam obter uma boa analgesia com o uso correto dos opióides e de outras técnicas analgésicas ou anestésicas.

Várias hipóteses são levantadas para explicar a prescrição deficiente de opióides. Entre os problemas existe o medo ao uso racional de opioides e o desconhecimento do que é dor crônica.

O brasileiro tem uma verdadeira opioidefobia. Basta um oncologista prescrever morfina para um paciente que o doente entra em pânico e não raramente reluta em tomar.

Mas nossa situação está começando a mudar, até porque a Organização Mundial de Saúde (OMS) colocou a dor como sintoma importante, que precisa ser tratado. Não subestime a sua dor, procure um médico especialista e oriente-se.

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