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SIM!
O Botox é uma marca dentre as diversas toxinas que existem hoje no mercado, por isso, passadas as apresentações, vamos deixar a metonímia e chamar o medicamento da forma correta: TOXINA BOTULÍNICA.
Apesar de já ser bastante consagrada no mundo estético, a toxina botulínica teve seu primeiro uso na oftalmologia, na tentativa de tratamento do estrabismo.

Na reabilitação, entretanto, o uso da toxina botulínica também é uma ferramenta essencial para o tratamento de algumas doenças neurológicas, em particular, a distonia, o espasmo hemifacial, a espasticidade e, mais recentemente, a enxaqueca crônica refratária ao tratamento preventivo. Além dessas indicações formais, já estamos tendo ótimos resultados na dor neuropatia, Síndrome Complexa de Dor Regional e também nas tendinopatias e na Síndrome Dolorosa Miofascial.

De um modo geral, a toxina botulínica tem a propriedade de bloquear o músculo injetado. Existem protocolos para as aplicações em cada situação e o ajuste das doses é individualizado.

Outra característica do tratamento com toxina botulínica é que, independente dos efeitos terapêuticos, espera-se que a partir de 3 a 4 meses o benefício termine, cessando quase inexoravelmente ao longo de 6 meses. Desta forma, haverá a necessidade de novas aplicações.

Foto: Andrey Samarin

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