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Ao nascer o bebê passa por várias fases de desenvolvimento, que vai desde a sustentação da cabeça e do tronco, seguida pela capacidade de sentar e posteriormente de andar.

Quando começa a andar, por volta do primeiro ano de vida, é comum apresentar alterações da marcha por não haver ainda o controle fino do movimento adquirido com a maturidade do sistema nervoso central e a criança começa a caminhar a maior parte do tempo na ponta dos pés e só coloca o calcanhar no chão quando está parada.

Andar na ponta dos pés é a segunda principal causa de queixas nos consultórios de pediatria no Brasil e as causas são agrupadas em 4 grupos:

1. Paralisia cerebral pela espasticidade do músculo tríceps sural, o músculo da panturrilha ou outras doenças neurológicas.
2. Pé torto congênito ou outras alterações ortopédicas.
3. Transtornos autistas.
4. Idiopática, ou seja, crianças saudáveis que criaram o hábito de andar na ponta dos pés, representando de 5 a 12% dos casos.

O tratamento depende da causa e envolve uma reabilitação adequada e precoce.

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