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A dor é modulada e sofre influência das experiências prévias e do perfil do paciente de forma individualizada, o que determina a persistência da dor e do sofrimento.

Acredita-se que a facilitação e a inibição descendente da dor funcionam em conjunto, mantendo um estado basal de processamento sensorial em equilíbrio. Uma doença aguda, lesão ou inflamação podem modificar este equilíbrio, e se a facilitação é favorecida, a dor se manifesta, enquanto um aumento na inibição pode bloquear a reação dolorosa.

Um “mal funcionamento” da inibição endógena da dor foi demonstrada em pacientes com fibromialgia, síndrome do intestino irritável, disfunção temporomandibar, osteoartrite e artrite reumatóide.

Sabendo disso, no tratamento da dor crônica, é necessário fortalecer o sistema descendente, por meio de estímulos serotoninérgicos e noradrenérgicos, no intuito de devolver ao paciente a noção de qual estímulo é nocivo ou não para o organismo, afinal, essa é a verdadeira função do nosso 5º sinal vital – a Dor!

Foto: Street Art Globe

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