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A dor não só é invisível, mas imponderável e incomensurável. Diagnosticar, manejar o processo terapêutico e acompanhar o resultado tornam-se tarefas totalmente dependentes do médico e da sua equipe.

O conceito da dor é dinâmico e evoluiu ao longo da história da humanidade. O alívio insuficiente da dor pela ação dos fármacos disponíveis e a complexidade para administrar fármacos simples e compostos, em proporções diferentes, conforme a dor e a doença a ser tratada, conduzem à busca de outros recursos no tratamento da dor.

A tendência mundial é a interdisciplinaridade, que vai além da multidisciplinaridade. Nesta, o paciente é atendido por vários profissionais de especialidades distintas, mas que não se comunicam entre si. Já na interdisciplinaridade há um diálogo entre os profissionais e especialistas que atendem o paciente.

Não há mais espaço para conformismo no manejo da dor. Conseguimos isso na hipertensão e no diabetes que também são doenças crônicas. E por que não na dor? Seria pelo fato de ter um pé no campo do subjetivo? Toda dor merece respeito.

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