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A doença degenerativa do disco está tipicamente associada com o envelhecimento, isto é, irá ocorrer em todas as pessoas.
Com o passar dos anos, os discos, assim como outras articulações do corpo, degeneram (desgastam). Os discos intervertebrais são estruturas que funcionam como “amortecedores” entre os ossos da coluna (vértebras). Além de amortecerem os impactos, permitem uma mobilidade fisiológica e normal entre as vértebras.
E da mesma maneira que a nossa pele perde água com o passar dos anos e surgem as rugas, o disco também desidrata e fica mais flácido com o tempo. Isso é uma alteração natural da vida, a pele de um jovem de 20 anos não é a mesma daquela de um bebê de 2 meses.

Importante destacar que esse processo também pode acontecer em pacientes muito jovens que fazem uso excessivo e talvez até indevido da coluna vertebral. Alguns casos precoces podem ter relação com a hereditariedade (história familiar). A medida que ocorre a progressiva desidratação do disco, ele torna-se mais rígido e perde sua altura normal. A rigidez do disco pode limitar seu movimento e eventualmente causar dor local pelo processo inflamatório associado. Os sintomas mais comuns, quando presentes, são de dor na coluna cervical e/ou dor na coluna lombar. A correlação desses dados com a queixa do paciente é de suma importância na condução do tratamento. Procure sempre o médico especialista.

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